segunda-feira, 30 de novembro de 2009
BANCO DE APONTAMENTOS
Há uma grande ideia no ar: um banco de apontamentos digital! A sua criação permitirá aos alunos interessados um acesso directo ao material de estudo que circula pelo curso.
Como é óbvio, só faz sentido adicionar a este "reservatório" de conhecimento apontamentos que não contenham erros. Para distinguir o trigo do joio, pensamos que ninguém é mais indicado que os alunos que, neste momento, frequentam as cadeiras para as quais os apontamentos foram concebidos.
Pedimos então a vossa colaboração na reunião de bons apontamentos para as cadeiras que frequentam, sabendo que estarão a contribuir para a organização de algo que ser-vos-á útil no resto do vosso percurso na Geolicenciatura.
Agradecemos que obtenham a autorização de quem redigiu os apontamentos, que os digitalizem, e que os enviem de seguida para o mail da comissão de alunos (CADG.geofcul@gmail.com) ou entreguem a qualquer membro desta.
Geocumprimentos,
CADG
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
"Semana da Ciência e da Tecnologia 2009
21 a 27 Nov. 2009
No âmbito da Semana da Ciência e da Tecnologia 2009, do Programa Ciência Viva, os museus de geociências (Museu Alfredo Bensaúde e Museu Décio Thadeu) do IST - Departamento de Minas e Georecursos vão estar abertos ao público de 23 a 27 de Novembro de 2009 das 14H00 às 19H00.
Constam da programação 3 exposições temáticas e uma sessão de palestras.
Exposições:
"Geologia nas nossas mãos" é de natureza interactiva e tem como objectivo principal a manipulação e identificação de diversos materiais geológicos através do contacto manual; foi concebida de modo a abranger pessoas cegas ou com baixa visão.
"Quartzo - Arte, Ciência e Tecnologia" é dedicada ao quartzo, suas variedades e aplicações. Conta também com algumas peças da artista plástica Teresa Almeida, efectuadas em conjugação com a Unidade de Investigação "Vidro e Cerâmica para as Artes" da UNL.
"Museus de Geociências do IST - património cultural e científico" será alusiva à história dos museus, que abarca mais de 150 anos, e de algumas das suas personalidades mais destacadas: Alfredo Bensaúde, Ernest Fleury, Amílcar Mário de Jesus, Décio Thadeu e Luís Aires-Barros.
Palestras:
Decorrem apenas no dia 26 de Novembro das 15H00 às 17H00, no Pavilhão de Minas do IST São convidados o Prof. Galopim de Carvalho, que nos vem falar do "Museu do Quartzo de Viseu" e o Prof. Pires de Matos, da Unidade de Investigação "Vidro e Cerâmica para as Artes", sediada no Campus da Caparica da Universidade Nova de Lisboa, que nos falará dos desenvolvimentos tecnológicos na área do vidro, em particular de algumas aplicações em arte. O Prof. Luís Ribeiro do DEMING apresentará o tema "Há Vida nas Águas Subterrâneas".
Caso haja muita afluência para as palestras, estas decorrerão num anfiteatro da Torre Sul do IST, a indicar posteriormente.
Haverá ainda a possibilidade de visitar os laboratórios da Área Científica das Geociências.
Grupos numerosos ou pessoas com necessidades especiais devem efectuar reserva.
Contactos: mfcp@ist.utl.pt; 218400806"
source: ist.utl.ptquinta-feira, 19 de novembro de 2009
Conferência - Probing minerals at the atomic level using computer modelling - Steve Parker
Probing minerals at the atomic level using computer modelling
Conferência por Steve Parker (University of Bath, Reino Unido) no dia 19 de Novembro.
19 de Novembro, 2009.15h00, Como chegar ao GeoFCUL: Conferências do GeoFCUL:
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Reunião de Alunos do Departamento de Geologia
1. Discussão da actual situação da Biblioteca do Departamento de Geologia;
Convocamos todos os Alunos!
CADG (Comissão de Alunos do Departamento de Geologia)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
I Workshop de Preparação Paleontológica

A ALT-Sociedade de História Natural realiza um workshop de Preparação Paleontológica, no dia 28 de
Novembro de 2009. Este primeiro módulo pretende abordar os critérios teóricos da preparação de
espécimes fósseis. Destina-se a profissionais de museus e instituições com colecções paleontológicas,
alunos e docentes das licenciaturas em geologia, biologia, arqueologia e demais interessados na
preparação de fóssies.
Data: 28 de Novembro de 2009, das 9.00h às 19.00h
Local: Biblioteca da ALT-Sociedade de História Natural, Rua Cavaleiros da Espora Dourada, nº27 A,
2560 Torres Vedras.
Preços:
Sócios da ALT-Sociedade de História Natural: 60euros
Não sócios: 65euros
Estes valores são válidos até ao dia 23 de Novembro. Após essa data o custo de inscrição será de
75euros.
Email de contacto (inclusive para solicitação de ficha de inscrição): alt.arqpaleo@gmail.com
TLM: 964138188
Dados para pagamento:
NIB: 534053400109887000114
IBAN: 50534053400109887000114
A inscrição só será válida após envio para o mail supra indicadode comprovativo de pagamento.
Formador:
Pedro A. Viegas- preparador de fósseis da empresa Creatures & Features (Holanda) e na qual tem
executado réplicas de dinossauros e outros animais fósseis para vários museus distribuídos pelo
mundo. Sócio da ALT-Sociedade de História Natural.
Conteúdos Programáticos
- Preparador e Preparação
• Quem é, o que é?
- Documentação
• A importância da documentação em preparação
• Métodos de documentação
• Introdução aos variados tipos de documentação
- No campo
• Prospecção
• Recolecção
• Escavação
- No Laboratório
• Documentação
• Técnicas de preparação
• Agentes de deterioração
• Armazenamento
- Segurança no local de trabalho
• Pontos - chave na segurança pessoal em preparação
• Regras, prevenção
• Principais doenças em preparação
- Materiais e ferramentas
• Introdução aos vários materiais e ferramentas utilizados em Preparação
• Consolidadentes e colas
• Manutenção
A ALT-Sociedade de História Natural pretende realizar outros dois workshops, práticos, nesta mesma temática.
sábado, 14 de novembro de 2009
SIGs aplicados às Ciências da Terra - CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO
Informações sobre o curso pós-graduado de actualização SIGAIA-5, para o ano lectivo de 2009/10.Objectivos:
O SIGAIA pretende oferecer formação complementar orientada para o desenvolvimento de competências em Sistemas de Informação Geográfica aplicados às Ciências da Terra. Embora prevendo alguns tempos dedicados à contextualização teórica de vários assuntos, o Curso será, na sua essência, perspectivado para a resolução prática de problemas reais, permitindo abordar diferentes matérias no âmbito da Hidrogeologia, Geologia Marinha, Estudos de Impacte Ambiental e Contaminação de Solos
Destinatários:
O SIGAIA destina-se prioritariamente a profissionais com formação superior que, no âmbito das suas actividades, pretendam iniciar ou consolidar a sua prática em Sistemas de Informação Geográfica, procurando explorar a sua aplicação em diferentes problemáticas. Consideram-se também elegíveis todos os estudantes de pós-graduação interessados em reforçar as suas valências de formação em Sistemas de Informação Geográfica.
para mais informações: aqui
Vinte icebergues da Antárctida a caminho da Nova Zelândia

"Os cientistas da pequena ilha Macquarie estão com os olhos postos no oceano Pacífico. Pelo menos 20 icebergues, com extensões entre os 50 metros e os dois quilómetros, dirigem-se do Norte da Antárctida para a Nova Zelândia.
Há uma semana, os cientistas do programa polar australiano nem queriam acreditar no que viam, quando um bloco de gelo foi avistado a oito quilómetros da ilha. Tinha 50 metros de altura e 500 de comprimento.
Dean Miller, biólogo australiano do programa polar, foi o primeiro a avistar o icebergue. "Nunca tinha visto nada igual. Olhei para o horizonte e vi uma enorme ilha de gelo a fluturar", contou ao jornal "The Guardian".
Desde então, mais icebergues têm-se aproximado da ilha, flutuando ao sabor das correntes. Nas últimas 24 horas foram avistados pelo menos quatro, com extensões entre os 50 metros e os dois quilómetros.
O glaciologista daquele programa, Neal Young, afirma que existem pelo menos 20 icebergues em redor da ilha. É raro que estes blocos de gelo subam tanto para Norte e entrem em águas menos frias, salienta. "Das imagens de satélite podemos observar um grupo de icebergues, abrangendo uma área com cerca de mil por 700 quilómetros, distanciando-se da Antárctida com a corrente oceânica", lê-se num comunicado. O especialista acredita que estes icebergues são fragmentos recentes de um enorme bloco que se separou há nove anos da plataforma de gelo Ross.
O responsável pela estação na ilha, Cyril Munro, diz que esta tem sido uma semana excitante para os cientistas. "Todos têm os olhos postos no horizonte". Os cientistas que trabalham na ponta mais a Sul da ilha "ficaram espantados por verem aqui um icebergue com dois quilómetros", acrescentou. Os blocos de gelo deverão continuar para Norte e Este, em direcção à Nova Zelândia.
Gelos na Gronelândia também trazem novidades
Icebergues a caminho da Nova Zelândia são um cenário que poderá dar novos argumentos para as negociações climáticas na cimeira de Copenhaga, em Dezembro. Mas a verdade é que a Antárctida não tem a exclusividade nestas questões.
Ontem, a revista "Science" revela que o gelo da Gronelândia está a desaparecer mais depressa do que nunca. De 2006 a 2008, Verões mais quentes do que o costume elevaram o degelo a um ritmo sem precedentes, com uma perda anual de 273 quilómetros cúbicos, concluiu a investigação, que recorreu a imagens de satélite e a um modelo atmosférico regional.
A camada de gelo da Gronelândia contém água suficiente para causar uma subida média do nível do mar de sete metros, afirma aquela universidade. Desde 2000, a camada de gelo perdeu cerca de 1500 quilómetros cúbicos, o que representa uma subida de cinco milímetros.
"A perda de massa na Gronelândia tem vindo a acelerar desde o final da década de 90 e as causas do fenómeno sugerem que esta seja uma tendência para continuar num futuro próximo", lê-se num comunicado assinado por Jonathan Bamber, um investigador da Universidade de Bristol que participou no estudo.
Segundo os investigadores (das universidades de Utrecht, Delf e Bristol; do Instituto de Investigação Marinha e Atmosférica; do Real Instituto de Meteorologia da Holanda; e o Jet Propulsion Laboratory), esta perda de massa gelada explica-se com o aumento do degelo à superfície e com o facto de os glaciares estarem a dirigir-se mais rapidamente para o oceano.
Até 2100, o nível médio do mar deverá subir entre 28 e 43 centímetros, estima o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas."
Aniksosaurus darwini, novo dinosauro carnívoro
Resumo: Foram encontrados restos fósseis de uma nova espécie carnívora, encontrados na Argentina. Os restos pertencem pelo menos a 5 indivíduos adultos. Nesta expedição foram encontradas restos de um membro posterior bastantes completo. Esta descoberta parece demonstrar que determinadas espécies de carnívoros caçariam provavelmente em grupo, denotando um comportamento gregário.notícia original em espanhol:
"Medía sólo dos metros de largo y pesaba nada más que 50 kilos, un porte incapaz de infundir temor alguno en un mundo habitado por dinosaurios carnívoros de 14 metros de largo y con pesos del orden de las toneladas. Quizás era justamente su reducido tamaño el que llevaba al Aniksosaurus darwini a pasearse en grupo.
Este pequeño dinosaurio carnívoro, cuya descripción ha publicado la Revista del Museo de Ciencias Naturales de Buenos Aires, vivió hace entre 91 y 96 millones de años en lo que es hoy la Patagonia argentina. Más precisamente, sus restos fueron desenterrados a 270 kilómetros al nordeste de Comodoro Rivadavia, Chubut, cerca del pueblo de Buen Pasto.
"Encontramos restos de por lo menos cinco ejemplares adultos. Son alrededor de 50 huesos: una pata articulada, algunas vértebras del cuello, de la espalda, de la cola. El miembro posterior está bastante completo, y del anterior tenemos sólo el húmero, la ulna y una garra", comentó Rubén Martínez, investigador del Laboratorio de Paleovertebrados de la Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco, en Comodoro Rivadavia.
Los restos fueron hallados en una toba muy pura, sin señales de transporte, por lo que se interpreta esto como una prueba de gregarismo de la especie. Existen pocas dudas sobre el comportamiento gregario de la especie, pero la pregunta es: ¿se juntaban para cazar o para no ser cazados?
"El hallazgo de varios especímenes juntos en un mismo yacimiento podría interpretarse como evidencia de la difundida idea de que los dinosaurios carnívoros vivían en grupos y cazaban en forma coordinada, como lo hacen hoy los leones en la sabana africana", comenta el doctor Fernando Novas, paleontólogo del Museo de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia.
"Sin embargo -agregó Novas, investigador del Conicet y coautor de la descripción del aniksosaurio-, aunque la evidencia parece firme en indicarnos que los aniksosaurios se reunían en grupos, dudamos mucho que hayan desarrollado aptitudes de caza compleja. Al contrario, creemos más probable que se congregaran alrededor de cadáveres de otros dinosaurios, para alimentarse de dinosaurios que habrían muerto de forma natural o por el ataque de carnívoros de gran porte."
Pero los mismos fósiles de los que Martínez y Novas se valieron para describir esta nueva especie sugieren que el aniksosaurio no era precisamente lo que los paleontólogos llaman un "top predator". Lejos de ubicarse en la cima de la cadena alimentaria del Cretácico Superior temprano chubutense, este "pequeño" dinosaurio carnívoro debió haber sido una buena presa, incluso para otras fieras aún más pequeñas.
Entre los huesos desenterrados hay un fémur en el que se preservan diminutas marcas triangulares, opuestas entre sí, las cuales pertenecerían a la dentadura de algún animal carnívoro mucho más pequeño que el propio aniksosaurio."
source: portalciencia.net
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
XXIII FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS
XXIII FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS
Minerais Industriais
4 a 8 de Dezembro de 2009
Rua da Escola Politécnica, nº 60
Entrada livre
Governo não vai recuar no programa nacional de barragens

O documento aponta às autoridades portuguesas várias falhas na avaliação dos impactos do programa de construção de 10 novas barragens e admite que o país não venha a cumprir a directiva europeia da água, no que respeita às metas de qualidade da água até 2015.
O Governo, através do Ministério do Ambiente, do Inag e da Direcção-Geral de Energia, desdramatiza os argumentos apresentados no estudo elaborado por uma entidade externa à Comissão Europeia, por considerar fazer parte de um processo ainda não fechado, em fase de troca de informações com Bruxelas e por não ver efeitos vinculativos no imediato. Orlando Borges defende ainda que "o país não vai incumprir nenhum normativo" comunitário, seja directiva ou regulamento.
O documento elaborado por consultores externos integra-se num modelo de fiscalização reforçada e anunciada por Bruxelas ao Plano Nacional de Barragens, face às queixas dos ambientalistas, enunciando sete questões críticas no projecto e que estão na base do pedido de esclarecimentos a Lisboa.
O Governo é acusado de não ter tido em conta os efeitos acumulados das novas barragens sobre o ambiente, quer quanto à qualidade da água - destacando o caso do Douro, onde a construção de cinco barragens vai "deteriorar significativamente" a qualidade da água na região -, à preservação das zonas da rede Natura 2000 e dos ecossistemas aquáticos. Também é criticado por não ter apresentado alternativas que permitissem uma mais clara relação entre os custos e benefícios do projecto, pelo que face aos dados disponíveis os autores do relatório consideram que "não se compreende esta decisão" do Estado português.
Também em causa está o equilíbrio entre a produção de energia e a necessidade de manutenção de caudais mínimos dos rios, o que vai obrigar a uma produção de electricidade entre 20 e 35 por cento inferior à prevista, segundo os cálculos do relatório. Diz também que Portugal não fez contas ao impacto das alterações climáticas, que vão reduzir a disponibilidade de recursos hídricos e a capacidade de produção eléctrica. Argumenta ainda que poucas barragens terão viabilidade económica.
O pedido de esclarecimentos chegou em Junho e a resposta oficial deverá seguir dentro de uma a duas semanas. Na resposta em preparação, o presidente do Inag cita que foram critérios ambientais que ditaram a escolha dos 10 locais em questão entre uma lista inicial de 25. Diz também que há erros no relatório quando afirma que o Governo não avançou para o reforço de potência das barragens existentes, o que está a acontecer.
Regulador admite impacto negativo
O presidente do Inag, entidade reguladora do sector da água, Orlando Borges, dá razão a, pelo menos, um ponto no relatório elaborado para a Comissão Europeia sobre o programa nacional de barragens e que tem a ver com o impacto negativo dos 10 novos empreendimentos sobre a qualidade da água dos rios. "Se vai degradar a qualidade da água? Nunca negámos os impactos ambientais, na água também, mas há várias componentes a ter em conta", responde o regulador ao PÚBLICO, face à previsão, enunciada no documento, de que o país não vai conseguir cumprir as metas da directiva da água e que não teve esse factor em conta na avaliação dos custos e benefícios do projecto.
O responsável esclarece que em causa estará a "qualidade biológica" da água dos rios "e não a qualidade do ponto de vista químico", garantindo que "as soluções estão pensadas" e que os locais escolhidos "eram os que apresentavam o menor impacto ambiental". Segundo os contratos assinados com os concessionários, estes serão responsáveis pelas medidas de mitigação dos problemas que vierem a verificar-se.
Os estudos de impacto ambiental pedidos aos promotores das novas barragens, já entregues ao Governo, devem pronunciar-se especialmente sobre esta questão, sendo que o modelo de concessão em vigor prevê que o Estado reduza o preço da concessão ou devolva parte dos mais de mil milhões de euros já recebidos, caso o impacte ambiental de cada projecto obrigue a uma redução da cota ou impeça mesmo a sua construção.
Do outro lado da balança desta decisão - que deveria ser suspensa, na opinião dos ambientalistas - estão os objectivos considerados estratégicos para o país: redução da dependência energética do país, aposta em energias renováveis, valorização da energia eólica e criação de riqueza e emprego.
source: Público.pt
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
REUNIÃO - CANCELAMENTO!!!!
Pedimos desde já as nossas desculpas por não termos cancelado mais cedo, visto que apenas soubemos desta situação ontem à tarde.
Sinceras desculpas, CADG.
Da Bacia Sedimentar à Bacia Petrolífera – Um longo caminho a percorrer

Da Bacia Sedimentar à Bacia Petrolífera – Um longo caminho a percorrer
Ciclo de Palestras do AAPG Student Chapter - FCUL
"Da Bacia Sedimentar à Bacia Petrolífera – Um longo caminho a percorrer" (Professor Nuno Pimentel)
12 de Novembro - 17:30h
sala 6.2.53
FCUL
O AAPG Students Chapter - FCUL é o primeiro grupo Português que incorpora a associação AAPG - American Association of Petroleum Geologists. O grupo foi formado a Junho de 2007 e conta desde então com cerca de 30 membros activos.
Desde a sua fundação, em 1917, o principal objectivo da AAPG é de apoiar a investigação científica, o avanço das geociências, a promoção da tecnologia e inspirar uma elevada conduta profissional. Actualmente a AAPG é a maior sociedade geológica, com cerca de 30.000 membros. A AAPG promove publicações, conferências e oportunidades educacionais a geocientistas e o disseminar de informação ao público em geral.
O programa Student Chapter da AAPG destina-se a grupos de estudantes universitários da área das ciências da Terra. Assim, a AAPG providencia aos estudantes uma inigualável oportunidade de desenvolver conhecimentos e capacidades de chefia.
Agradecemos a vossa presença.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Sismo como de 1755 devastaria Portugal hoje, diz geólogo
Lisboa, 7 nov (Lusa) - Se em 8 de agosto de 2010 ocorresse, em Portugal, um terremoto como o que atingiu o país em 1º de novembro de 1755, o efeito seria o de uma "grande calamidade", porque cerca de 76% da população portuguesa moram no litoral.
O alerta foi dado por César Andrade, especialista em geologia costeira, área de estudo dedicada, entre outros assuntos, à análise de registros geológicos derivados de tsunamis para perceber o tempo que leva para estes fenômenos acontecerem e suas consequências.
O "Registro Geológico de Tsunamis em Portugal" foi o tema da conferência que aconteceu neste sábado no auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, e que faz parte de um ciclo intitulado "O Mar nas Veias - História, Ciência, Surf", que ocorre aos sábados entre o período de 31 de outubro e 14 de novembro.
De acordo com Andrade, a vantagem de estudar as ocorrências geológicas está, sobretudo, na "janela de oportunidade" que se abre para aumentar a dimensão de tempo "da informação de base que é necessária para calcular, por exemplo, intervalos de retorno de eventos extremos".
O especialista do Departamento de Geologia e Centro de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa explicou que os registros documentais "podem recuar para trás no tempo alguns séculos", enquanto os instrumentais, "obviamente, são mais curtos", e os geológicos voltam no tempo "alguns milhares de anos".
"Isto nos permite, se formos capazes de identificar nesse registro os sedimentos que correspondem a antigas inundações motivadas por tsunamis, constituir uma boa base de dados que, depois, podemos utilizar para retirar alguma informação quantitativa sobre essas inundações, que, por sua vez, será útil para adaptação ao risco ou para efeitos de proteção civil", explicou Andrade à Agência Lusa.
Catástrofe pode ocorrer em 3 mil anos
Segundo Andrade, "não é possível prever um sismo ou qualquer catástrofe natural", mas há possibilidade de calcular o risco de quando este evento voltará a acontecer e é provável que, nos próximos 3 mil anos, ocorra um terremoto e um tsunami com a intensidade daquele registrado em Portugal no século 18.
"São acontecimentos muito espaçados no tempo, o que, para uma pessoa mais distraída, pode dar uma falsa sensação de segurança, mas não deve estar, porque isto são estatísticas de distribuição médias e nada impede que dois acontecimentos se sucedam num intervalo de tempo muito curto", alertou o especialista.
Estas razões para alarme aumentam quando, atualmente, um terço da costa portuguesa está "irremediavelmente ocupada", seja por portos, casas, turismo ou indústria, e mais de 75% da população estão no litoral.
É por isso que o geólogo não hesita ao afirmar que, se o evento de 1755 ocorresse em 8 de agosto de 2010 - data escolhida por ser pico de ocupação do litoral, por causa do Verão -,ocorreria uma "grande calamidade".
"Fundamentalmente pelo elevadíssimo número de pessoas que estarão a ocupar as praias, obviamente porque dentro da faixa costeira é a região mais exposta a um acontecimento desta natureza", explicou.
Graças ao estudo do registro geológico, disse Andrade, é possível saber que houve tsunamis na costa portuguesa nos anos 60 a.C., 380 d.C, em 1531, em Lisboa, em 1722, em Tavira, e em 1755, novamente na capital lusa."
source:lusa
ALTERAÇÃO DE SALA - 1.3.15.
Convocam-se todos os alunos do Departamento de Geologia para a realização de uma reunião a decorrer quinta-feira, dia 12 de Novembro de 2009, a partir das 16:30 na sala 1.3.15, com a seguinte ordem de trabalhos:
1- Discussão da actual situação da Biblioteca do Departamento de Geologia
2- Apresentação, discussão e votação de proposta relativa ao processo de atribuição de projectos, no âmbito da cadeira de Projecto
3 - Discussão de outros assuntos
Contamos com a presença de todos!
CADG
(Comissão de Alunos do Departamento Geologia)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Agenda: Para que serve?
Basicamente, se vocês carregarem na hiperligação que está à vossa direita e diz "Aqui" (por baixo de Agenda), vocês vão entrar num calendário, onde estão expostos em agenda diversos eventos de interesse geológico e académico.
Ainda está no princípio, mas a coisa irá compor-se ao longo dos tempos!
Geocumprimentos, CADG!

NO MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL
“Allosaurus:
um dinossáurio, dois continentes?”
Nesta exposição o Museu Nacional de História Natural propõe-se partilhar com o público um processo, em curso, de investigação científica e de produção de conhecimento no âmbito da Paleontologia de dinossáurios.
O visitante é convidado a percorrer os vários passos deste processo que se iniciou com a surpreendente primeira descoberta de fósseis de Allosaurus fragilis em Portugal, passou pela sua escavação, recolha, preparação, estudo, identificação e levou às conclusões sobre a possibilidade de passagem de faunas terrestres entre os continentes euro-asiático e americano bem mais próximos há 150 milhões de anos, no Jurássico superior.
Este percurso é ilustrado com painéis informativos, fotografias e ilustrações científicas, a maior parte dos fósseis de ossos de Allosaurus encontrados e identificados, 16 réplicas de esqueletos ou crânios de outras tantas espécies de dinossáurio, e complementado com informação sobre a relação entre Allosaurus e outros terópodes ou sobre a dinâmica interna do nosso planeta. Isto para além de algumas surpresas.
Durante o período da apresentação pública da exposição, e em torno das temáticas abordadas, terão lugar ciclos de conferências, debates ou outras actividades com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros.
Serão disponibilizadas visitas orientadas para grupos, assim como laboratórios pedagógicos complementares da exposição dirigidos a alunos dos ensinos pré-primário e básico mediante marcação prévia.
Na noite da primeira sexta-feira de cada mês, pelas 21h, terá lugar uma visita guiada para grupos organizados sujeita a marcação específica.
INFORMAÇÕES ÚTEIS
As visitas em grupo são sujeitas a marcação prévia que poderá ser efectuada pelo tel. 21 392 18 24
Preços reduzidos para os grupos escolares e entrada livre para os professores acompanhantes (2 por turma).
INGRESSOS:
Adultos: 4,5 €
Jovens (dos 6 aos 18): 3 €
Maiores de 65 anos: 3 €
Estudantes: 3 €
Estudantes organizados em grupos escolares: 2 € / aluno
Crianças (até aos 5 anos): entrada livre
Visitas orientadas (p/ grupos organizados): 1,5 € / pessoa (+ ingresso)
Laboratórios pedagógicos (p/ grupos organizados): 3 € / aluno
HORÁRIO:
Terça a sexta-feira: 10h – 17h
Sábado e Domingo: 11h – 18h
O Museu encerra à segunda-feira e feriados
TRANSPORTES PÚBLICOS:
Metro
Estação Rato (linha amarela)
Autocarros
758, 773, 202 (Frente ao Museu)
100 (Príncipe Real)
O Museu encerra à segunda-feira e feriados
Museu Nacional de História Natural
Rua da Escola Politécnica, 58
1250-102 LISBOA
Telef. 21 392 18 25
Fax.: 21 390 58 50
e-mail: smineralogia@fc.ul.pt
http:www.mnhn.ul.pt
Biblioteca - Novas Informações
Reunião de Alunos do Departamento de Geologia
1- Discussão da actual situação da Biblioteca do Departamento de Geologia
2- Apresentação, discussão e votação de proposta relativa ao processo de atribuição de projectos, no âmbito da cadeira de Projecto
3 - Discussão de outros assuntos
Contamos com a presença de todos!
CADG
(Comissão de Alunos do Departamento Geologia)
Novo Blog!
Esperemos que este blog se torne numa interface importante para todos os estudantes!
Cumprimentos, CADG.