Aproveitem esta oportunidade! (É o que vou fazer :) )
sexta-feira, 16 de abril de 2010
GEOMOD 2010
Aproveitem esta oportunidade! (É o que vou fazer :) )
terça-feira, 9 de março de 2010
Colóquio: AFINAL OS SISMOS PODEM OU NÃO PREVER-SE?
Organização:
Museu Nacional de História Natural e
Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências, da Universidade de Lisboa.
Moderadores:
Fernando J.A.S. Barriga, Director do MNHN, e
César Andrade, Presidente do GeoFCUL
Os sismos estão na ordem do dia. Vivemos num planeta dinâmico, essa dinâmica por vezes excede a nossa capacidade de adaptação e causa morte e destruição. Houve já algum debate público, em que se falou de previsão sísmica, mas que deixou dúvidas importantes. Quem tenha seguido os debates poderá ter ficado preocupado. Houve até quem afirmasse, na televisão (Prós e Contras) que estamos muito atrasados, em Portugal, em matéria de previsão sísmica. Ouvimos alguns comentários sintomáticos: “…mas os sismos do Haiti e do Chile foram previstos pelos americanos? Afinal é possível prever os sismos? Se sim, porquê lá e não cá? Está a ser feito tudo o que é possível?
Convidámos os principais especialistas para apresentarem, em linguagem clara e simples, para os cidadãos em geral, qual o “estado da arte” acerca da previsão sísmica. Cada um fará uma curta intervenção, à qual se seguirá um período de debate. A sessão, dirigida aos cidadãos em geral, e aos jornalistas terá os intervenientes principais (e temas) que se se seguem. Uma oportunidade preciosa para aprender e esclarecer dúvidas.
Principais intervenientes:
Luís Matias (geofísico da FCUL):
Sismologia - Geração de sismos - Tectónica de Placas
João Cabral (geólogo da FCUL):
Sismotectónia de Portugal Continental - área emersa
Pedro Terrinha (geólogo do Laboratório Nacional de Energia e Geologia):
Sismotectónia de Portugal Continental – area imersa
Maria Ana Baptista (geofísica da FCUL):
Tsunamis
Mourad Bezzeghoud (geofísico da Universidade de Évora):
Modelação de fontes sísmicas
António Ribeiro (geólogo da FCUL):
Perigosidade sísmica
Luís Mendes Victor (geofísico da FCUL):
Da previsão à prevenção
Carlos Oliveira (Engenheiro Civil do Instituto Superior Técnico):
Risco Sísmico e construção
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
FUTURÁLIA - ESTUDANTES DO GeoFCUL
Nos dias 10 a 13 de Março decorrerá na FIL um evento destinado à promoção de Instituições de Formação/Ensino, a Futurália (www.futuralia.fil.pt).
A FCUL marcará presença neste evento, pretendendo-se uma atracção de "cérebros novos" através de uma exposição dinâmica daquilo que a FCUL representa (pequenas actividades como experiências e apresentação de vídeos).
Para assegurar estas actividades serão necessários grupos de voluntários, sendo necessária a participação de 2-3 estudantes do GeoFCUL nos seguintes turnos:
10 de Março (4ª feira) - 12h30 às 15h30
11 de Março (5ª feira) - 9h30 às 12h30
12 de Março (6ª feira) - 15h30 às 19h
13 de Março (sábado) - 9h30 às 13h30 (Como neste dia será o mais concorrido, seria importante que fossem mobilizados mais elementos do GeoFCUL para o resto do dia)
Vimos então por este meio pedir a todos os que estiverem interessados a divulgar o nosso curso junto de quem está neste momento a confrontar-se com a escolha de uma via no Ensino Superior, que nos contactem, informando-nos de quais os horários para os quais estão disponíveis.
CADG
CENTRO DE EXPLICAÇÕES DA FCUL - INFORMAÇÃO DA AE
Qualquer pessoa, membro ou não da FCUL, que se sinta apta a dar explicações pode inscrever-se. Só precisa de se dirigir à secretaria da AE ou enviar um email para aepedagogico@fc.ul.pt com o seu CV, a disponibilidade para dar as explicações, as disciplinas a que pode dar explicação (e a classificação que teve na disciplina) e os seus contactos (email, telefone, telemóvel, etc).
Qualquer pessoa, membro ou não da FCUL, pode inscrever-se para receber explicações, bastando dirigir-se à secretaria da AE ou enviar um email para aepedagogico@fc.ul.pt com as disciplinas a que quer receber explicação e contactos (email, telefone, telemóvel, etc).
Neste projecto a AE age apenas como intermediária, sendo responsável pelo cruzamento de informação de forma a proporcionar o contacto entre explicandos e explicadores e organizar os grupos de trabalho incluindo a marcação de salas para as explicações.
Condições:
• Numa tentativa de tornar as explicações acessíveis à maior parte dos alunos foi estabelecido um preço máximo de 10 €/h, sendo estes directamente entregues pelo explicando ao explicador.
• Tanto explicadores como explicandos têm de se tornar sócios da AEFCL.
• Limitámos os grupos de explicação a um máximo de 4 explicandos por sessão. Poder-se-ão abrir excepções com o devido consentimento do explicador e explicandos inscritos.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
CONFERÊNCIAS DO GeoFCUL - 24 DE FEVEREIRO
Symmetry and asymmetry of rifting and normal faulting
dada por Thorsten Nagel(Steinmann-Institut, Universitaet Bonn, Germany)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
BANCO DE APONTAMENTOS
Há uma grande ideia no ar: um banco de apontamentos digital! A sua criação permitirá aos alunos interessados um acesso directo ao material de estudo que circula pelo curso.
Como é óbvio, só faz sentido adicionar a este "reservatório" de conhecimento apontamentos que não contenham erros. Para distinguir o trigo do joio, pensamos que ninguém é mais indicado que os alunos que, neste momento, frequentam as cadeiras para as quais os apontamentos foram concebidos.
Pedimos então a vossa colaboração na reunião de bons apontamentos para as cadeiras que frequentam, sabendo que estarão a contribuir para a organização de algo que ser-vos-á útil no resto do vosso percurso na Geolicenciatura.
Agradecemos que obtenham a autorização de quem redigiu os apontamentos, que os digitalizem, e que os enviem de seguida para o mail da comissão de alunos (CADG.geofcul@gmail.com) ou entreguem a qualquer membro desta.
Geocumprimentos,
CADG
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
"Semana da Ciência e da Tecnologia 2009
21 a 27 Nov. 2009
No âmbito da Semana da Ciência e da Tecnologia 2009, do Programa Ciência Viva, os museus de geociências (Museu Alfredo Bensaúde e Museu Décio Thadeu) do IST - Departamento de Minas e Georecursos vão estar abertos ao público de 23 a 27 de Novembro de 2009 das 14H00 às 19H00.
Constam da programação 3 exposições temáticas e uma sessão de palestras.
Exposições:
"Geologia nas nossas mãos" é de natureza interactiva e tem como objectivo principal a manipulação e identificação de diversos materiais geológicos através do contacto manual; foi concebida de modo a abranger pessoas cegas ou com baixa visão.
"Quartzo - Arte, Ciência e Tecnologia" é dedicada ao quartzo, suas variedades e aplicações. Conta também com algumas peças da artista plástica Teresa Almeida, efectuadas em conjugação com a Unidade de Investigação "Vidro e Cerâmica para as Artes" da UNL.
"Museus de Geociências do IST - património cultural e científico" será alusiva à história dos museus, que abarca mais de 150 anos, e de algumas das suas personalidades mais destacadas: Alfredo Bensaúde, Ernest Fleury, Amílcar Mário de Jesus, Décio Thadeu e Luís Aires-Barros.
Palestras:
Decorrem apenas no dia 26 de Novembro das 15H00 às 17H00, no Pavilhão de Minas do IST São convidados o Prof. Galopim de Carvalho, que nos vem falar do "Museu do Quartzo de Viseu" e o Prof. Pires de Matos, da Unidade de Investigação "Vidro e Cerâmica para as Artes", sediada no Campus da Caparica da Universidade Nova de Lisboa, que nos falará dos desenvolvimentos tecnológicos na área do vidro, em particular de algumas aplicações em arte. O Prof. Luís Ribeiro do DEMING apresentará o tema "Há Vida nas Águas Subterrâneas".
Caso haja muita afluência para as palestras, estas decorrerão num anfiteatro da Torre Sul do IST, a indicar posteriormente.
Haverá ainda a possibilidade de visitar os laboratórios da Área Científica das Geociências.
Grupos numerosos ou pessoas com necessidades especiais devem efectuar reserva.
Contactos: mfcp@ist.utl.pt; 218400806"
source: ist.utl.ptquinta-feira, 19 de novembro de 2009
Conferência - Probing minerals at the atomic level using computer modelling - Steve Parker
Probing minerals at the atomic level using computer modelling
Conferência por Steve Parker (University of Bath, Reino Unido) no dia 19 de Novembro.
19 de Novembro, 2009.15h00, Como chegar ao GeoFCUL: Conferências do GeoFCUL:
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Reunião de Alunos do Departamento de Geologia
1. Discussão da actual situação da Biblioteca do Departamento de Geologia;
Convocamos todos os Alunos!
CADG (Comissão de Alunos do Departamento de Geologia)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
I Workshop de Preparação Paleontológica

A ALT-Sociedade de História Natural realiza um workshop de Preparação Paleontológica, no dia 28 de
Novembro de 2009. Este primeiro módulo pretende abordar os critérios teóricos da preparação de
espécimes fósseis. Destina-se a profissionais de museus e instituições com colecções paleontológicas,
alunos e docentes das licenciaturas em geologia, biologia, arqueologia e demais interessados na
preparação de fóssies.
Data: 28 de Novembro de 2009, das 9.00h às 19.00h
Local: Biblioteca da ALT-Sociedade de História Natural, Rua Cavaleiros da Espora Dourada, nº27 A,
2560 Torres Vedras.
Preços:
Sócios da ALT-Sociedade de História Natural: 60euros
Não sócios: 65euros
Estes valores são válidos até ao dia 23 de Novembro. Após essa data o custo de inscrição será de
75euros.
Email de contacto (inclusive para solicitação de ficha de inscrição): alt.arqpaleo@gmail.com
TLM: 964138188
Dados para pagamento:
NIB: 534053400109887000114
IBAN: 50534053400109887000114
A inscrição só será válida após envio para o mail supra indicadode comprovativo de pagamento.
Formador:
Pedro A. Viegas- preparador de fósseis da empresa Creatures & Features (Holanda) e na qual tem
executado réplicas de dinossauros e outros animais fósseis para vários museus distribuídos pelo
mundo. Sócio da ALT-Sociedade de História Natural.
Conteúdos Programáticos
- Preparador e Preparação
• Quem é, o que é?
- Documentação
• A importância da documentação em preparação
• Métodos de documentação
• Introdução aos variados tipos de documentação
- No campo
• Prospecção
• Recolecção
• Escavação
- No Laboratório
• Documentação
• Técnicas de preparação
• Agentes de deterioração
• Armazenamento
- Segurança no local de trabalho
• Pontos - chave na segurança pessoal em preparação
• Regras, prevenção
• Principais doenças em preparação
- Materiais e ferramentas
• Introdução aos vários materiais e ferramentas utilizados em Preparação
• Consolidadentes e colas
• Manutenção
A ALT-Sociedade de História Natural pretende realizar outros dois workshops, práticos, nesta mesma temática.
sábado, 14 de novembro de 2009
SIGs aplicados às Ciências da Terra - CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO
Informações sobre o curso pós-graduado de actualização SIGAIA-5, para o ano lectivo de 2009/10.Objectivos:
O SIGAIA pretende oferecer formação complementar orientada para o desenvolvimento de competências em Sistemas de Informação Geográfica aplicados às Ciências da Terra. Embora prevendo alguns tempos dedicados à contextualização teórica de vários assuntos, o Curso será, na sua essência, perspectivado para a resolução prática de problemas reais, permitindo abordar diferentes matérias no âmbito da Hidrogeologia, Geologia Marinha, Estudos de Impacte Ambiental e Contaminação de Solos
Destinatários:
O SIGAIA destina-se prioritariamente a profissionais com formação superior que, no âmbito das suas actividades, pretendam iniciar ou consolidar a sua prática em Sistemas de Informação Geográfica, procurando explorar a sua aplicação em diferentes problemáticas. Consideram-se também elegíveis todos os estudantes de pós-graduação interessados em reforçar as suas valências de formação em Sistemas de Informação Geográfica.
para mais informações: aqui
Vinte icebergues da Antárctida a caminho da Nova Zelândia

"Os cientistas da pequena ilha Macquarie estão com os olhos postos no oceano Pacífico. Pelo menos 20 icebergues, com extensões entre os 50 metros e os dois quilómetros, dirigem-se do Norte da Antárctida para a Nova Zelândia.
Há uma semana, os cientistas do programa polar australiano nem queriam acreditar no que viam, quando um bloco de gelo foi avistado a oito quilómetros da ilha. Tinha 50 metros de altura e 500 de comprimento.
Dean Miller, biólogo australiano do programa polar, foi o primeiro a avistar o icebergue. "Nunca tinha visto nada igual. Olhei para o horizonte e vi uma enorme ilha de gelo a fluturar", contou ao jornal "The Guardian".
Desde então, mais icebergues têm-se aproximado da ilha, flutuando ao sabor das correntes. Nas últimas 24 horas foram avistados pelo menos quatro, com extensões entre os 50 metros e os dois quilómetros.
O glaciologista daquele programa, Neal Young, afirma que existem pelo menos 20 icebergues em redor da ilha. É raro que estes blocos de gelo subam tanto para Norte e entrem em águas menos frias, salienta. "Das imagens de satélite podemos observar um grupo de icebergues, abrangendo uma área com cerca de mil por 700 quilómetros, distanciando-se da Antárctida com a corrente oceânica", lê-se num comunicado. O especialista acredita que estes icebergues são fragmentos recentes de um enorme bloco que se separou há nove anos da plataforma de gelo Ross.
O responsável pela estação na ilha, Cyril Munro, diz que esta tem sido uma semana excitante para os cientistas. "Todos têm os olhos postos no horizonte". Os cientistas que trabalham na ponta mais a Sul da ilha "ficaram espantados por verem aqui um icebergue com dois quilómetros", acrescentou. Os blocos de gelo deverão continuar para Norte e Este, em direcção à Nova Zelândia.
Gelos na Gronelândia também trazem novidades
Icebergues a caminho da Nova Zelândia são um cenário que poderá dar novos argumentos para as negociações climáticas na cimeira de Copenhaga, em Dezembro. Mas a verdade é que a Antárctida não tem a exclusividade nestas questões.
Ontem, a revista "Science" revela que o gelo da Gronelândia está a desaparecer mais depressa do que nunca. De 2006 a 2008, Verões mais quentes do que o costume elevaram o degelo a um ritmo sem precedentes, com uma perda anual de 273 quilómetros cúbicos, concluiu a investigação, que recorreu a imagens de satélite e a um modelo atmosférico regional.
A camada de gelo da Gronelândia contém água suficiente para causar uma subida média do nível do mar de sete metros, afirma aquela universidade. Desde 2000, a camada de gelo perdeu cerca de 1500 quilómetros cúbicos, o que representa uma subida de cinco milímetros.
"A perda de massa na Gronelândia tem vindo a acelerar desde o final da década de 90 e as causas do fenómeno sugerem que esta seja uma tendência para continuar num futuro próximo", lê-se num comunicado assinado por Jonathan Bamber, um investigador da Universidade de Bristol que participou no estudo.
Segundo os investigadores (das universidades de Utrecht, Delf e Bristol; do Instituto de Investigação Marinha e Atmosférica; do Real Instituto de Meteorologia da Holanda; e o Jet Propulsion Laboratory), esta perda de massa gelada explica-se com o aumento do degelo à superfície e com o facto de os glaciares estarem a dirigir-se mais rapidamente para o oceano.
Até 2100, o nível médio do mar deverá subir entre 28 e 43 centímetros, estima o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas."
Aniksosaurus darwini, novo dinosauro carnívoro
Resumo: Foram encontrados restos fósseis de uma nova espécie carnívora, encontrados na Argentina. Os restos pertencem pelo menos a 5 indivíduos adultos. Nesta expedição foram encontradas restos de um membro posterior bastantes completo. Esta descoberta parece demonstrar que determinadas espécies de carnívoros caçariam provavelmente em grupo, denotando um comportamento gregário.notícia original em espanhol:
"Medía sólo dos metros de largo y pesaba nada más que 50 kilos, un porte incapaz de infundir temor alguno en un mundo habitado por dinosaurios carnívoros de 14 metros de largo y con pesos del orden de las toneladas. Quizás era justamente su reducido tamaño el que llevaba al Aniksosaurus darwini a pasearse en grupo.
Este pequeño dinosaurio carnívoro, cuya descripción ha publicado la Revista del Museo de Ciencias Naturales de Buenos Aires, vivió hace entre 91 y 96 millones de años en lo que es hoy la Patagonia argentina. Más precisamente, sus restos fueron desenterrados a 270 kilómetros al nordeste de Comodoro Rivadavia, Chubut, cerca del pueblo de Buen Pasto.
"Encontramos restos de por lo menos cinco ejemplares adultos. Son alrededor de 50 huesos: una pata articulada, algunas vértebras del cuello, de la espalda, de la cola. El miembro posterior está bastante completo, y del anterior tenemos sólo el húmero, la ulna y una garra", comentó Rubén Martínez, investigador del Laboratorio de Paleovertebrados de la Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco, en Comodoro Rivadavia.
Los restos fueron hallados en una toba muy pura, sin señales de transporte, por lo que se interpreta esto como una prueba de gregarismo de la especie. Existen pocas dudas sobre el comportamiento gregario de la especie, pero la pregunta es: ¿se juntaban para cazar o para no ser cazados?
"El hallazgo de varios especímenes juntos en un mismo yacimiento podría interpretarse como evidencia de la difundida idea de que los dinosaurios carnívoros vivían en grupos y cazaban en forma coordinada, como lo hacen hoy los leones en la sabana africana", comenta el doctor Fernando Novas, paleontólogo del Museo de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia.
"Sin embargo -agregó Novas, investigador del Conicet y coautor de la descripción del aniksosaurio-, aunque la evidencia parece firme en indicarnos que los aniksosaurios se reunían en grupos, dudamos mucho que hayan desarrollado aptitudes de caza compleja. Al contrario, creemos más probable que se congregaran alrededor de cadáveres de otros dinosaurios, para alimentarse de dinosaurios que habrían muerto de forma natural o por el ataque de carnívoros de gran porte."
Pero los mismos fósiles de los que Martínez y Novas se valieron para describir esta nueva especie sugieren que el aniksosaurio no era precisamente lo que los paleontólogos llaman un "top predator". Lejos de ubicarse en la cima de la cadena alimentaria del Cretácico Superior temprano chubutense, este "pequeño" dinosaurio carnívoro debió haber sido una buena presa, incluso para otras fieras aún más pequeñas.
Entre los huesos desenterrados hay un fémur en el que se preservan diminutas marcas triangulares, opuestas entre sí, las cuales pertenecerían a la dentadura de algún animal carnívoro mucho más pequeño que el propio aniksosaurio."
source: portalciencia.net
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
XXIII FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS
XXIII FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS
Minerais Industriais
4 a 8 de Dezembro de 2009
Rua da Escola Politécnica, nº 60
Entrada livre